Quando um paciente revela abuso sexual no meio de uma sessão, os próximos minutos podem mudar todo o rumo do processo terapêutico. A maioria das psicólogas sabe acolher.
Mas acolher não é o mesmo que conduzir.
Casos de violência sexual não avisam quando vão aparecer.
E quando surgem, improvisar pode gerar:
- perguntas inadequadas,
- retraumatização do paciente,
- uma condução clínica que prejudica em vez de ajudar.
Nesta imersão clínica ao vivo (2 horas) você vai entender:
- o contexto de um caso real de violência sexual
- os sinais clínicos que indicaram o problema
- as decisões tomadas em cada momento da condução
- o que perguntar e o que evitar
- as 4 etapas da evolução de um caso clínico
- como prevenir retraumatização durante o processo terapêutico
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